Antes de operar um sinistro, é preciso entendê-lo.
Diagnosticamos processos de sinistros, identificamos gargalos e desenhamos o modelo operacional — com ou sem a nossa tecnologia, com ou sem a nossa equipe executando depois.

O alcance do diagnóstico e do desenho operacional.
Trabalhamos com a seguradora para entender como ela opera hoje e como deveria operar amanhã. Não entregamos um PDF decorativo: o diagnóstico termina em um mapa de ação concreto e em um modelo que depois pode ser operado, seja pela nossa equipe, seja pela equipe interna.
- Diagnóstico end-to-end de processos de sinistros. Do aviso de sinistro até o pagamento. Mapeamos prazos, papéis, repasses, retrabalhos, sistemas envolvidos e pontos onde a informação se perde.
- Desenho de modelos de complexidade. Quais sinistros seguem pela via rápida, quais precisam de regulador em campo, quais escalam para investigação. A classificação é construída com evidência do próprio fluxo da seguradora, não copiada de um manual.
- Revisão de compliance regulatório por jurisdição. Cada país, cada ramo, cada órgão regulador. Ajustamos o desenho ao que o regulador exige e ao que o regulador começa a exigir.
- Definição de KPIs e painéis de controle. Tempos de primeira resposta, taxa de encerramento dentro do SLA, leakage, custo por sinistro, reabertura. Indicadores que a equipe de operações realmente usa, não apenas exposição.
- Acompanhamento na transformação digital da função de sinistros. O que automatizar primeiro, o que deixar como está, onde a tecnologia não resolve o problema. Isso se decide com a equipe de operações sentada ao lado.
- Governança de dados e rastreabilidade do processo. Que campo é registrado, em qual sistema, e quem é dono dessa fonte. Sem isso, nem o modelo de complexidade nem os KPIs são confiáveis.
- Desenho da rede de fornecedores e peritos externos. Como oficinas, peritos e advogados externos são homologados, auditados e pagos. A rede é parte do processo, não um anexo à parte.

Não é consultoria de escritório.
Quem diagnostica é a mesma equipe que depois opera sinistros todos os dias. Por isso o diagnóstico vem com evidência de campo — prazos reais medidos, processos abertos, casos concretos em que o processo trava — e não apenas com um framework tirado de uma apresentação.
Quando desenhamos um modelo para uma seguradora de auto no Brasil, desenhamos com base em como um dano parcial é liquidado hoje, qual sinal dispara uma reabertura, e quem precisa revisar o quê. Quando desenhamos para uma seguradora de riscos do trabalho, pensamos em como a equipe médica se cruza com a equipe jurídica na semana três do processo. A consultoria vive ou morre nesses detalhes.
Uma vez entregue o modelo, ele fica em uma de duas mãos possíveis: a equipe interna da seguradora o opera com a nossa supervisão, ou a Leverbox o opera. As duas opções existem e são válidas; a escolha depende do que a seguradora quer construir internamente e do que prefere delegar.
Não é consultoria de PowerPoint.
Os modelos que desenhamos para uma seguradora de auto brasileira foram construídos observando processos reais. Os de riscos do trabalho nasceram de revisar como a equipe médica se cruza com a jurídica na semana três do processo.

A sua operação de sinistros está sendo construída ou está sendo remendada?
Se o modelo já ficou pequeno para o volume, ou se ainda não existe um modelo escrito, vale a pena uma conversa.
Falar com um especialista